A
sistematização do ensino partiu de estudos feitos nos Estados
Unidos, no final do século XIX. Com a preocupação de controlar a
sociedade era necessário ter o controle da escola e do currículo.
Planejar “cientificamente” as atividades pedagógicas e
controlá-las de modo a evitar que o comportamento e o pensamento
do aluno se desviassem de metas e padrões pre estabelecidos.
Nos anos
setenta, a sociedade americana enfrentava problemas sociais e
comportamentais como racismo, pobreza, violência urbana além do
envolvimento dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã todos esses
acontecimentos representaram motivo de vergonha para os que queriam
ver a democracia acontecer. A função da escola foi questionada e
até mesmo sugerida a sua substituição.
Com a
industrialização e urbanização então em processo, mudanças na
relação de trabalho e na mão de obra acabou por ameaçar a
cultura e os valores da classe média americana, protestante, branca,
habitante da cidade pequena. Como consequência, fez-se necessário e
urgente consolidar e promover um projeto nacional comum, assim com
restaurar a homogeneidade em desaparecimento e ensinar as crianças
dos imigrantes as crenças e os comportamentos dignos de serem
adotados ( Moreira, 2008)
Refletindo
sobre esse estudo, hoje não podemos mais criar currículos
padronizados e controladores. Na escola a formação de alunos
críticos e questionadores da realidade podem resultar de projetos e
currículos mais participativo. O uso das tecnologias como uma ferramenta a mais na elaboração das atividades do aluno, vai com o tempo se tornando uma prática nas escolas. Mas é preciso que o professor seja sensível às mudanças.
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