quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Um breve histório


A sistematização do ensino partiu de estudos feitos nos Estados Unidos, no final do século XIX. Com a preocupação de controlar a sociedade era necessário ter o controle da escola e do currículo. Planejar “cientificamente” as atividades pedagógicas e controlá-las de modo a evitar que o comportamento e o pensamento do aluno se desviassem de metas e padrões pre estabelecidos.
Nos anos setenta, a sociedade americana enfrentava problemas sociais e comportamentais como racismo, pobreza, violência urbana além do envolvimento dos Estados Unidos na Guerra do Vietnã todos esses acontecimentos representaram motivo de vergonha para os que queriam ver a democracia acontecer. A função da escola foi questionada e até mesmo sugerida a sua substituição.
Com a industrialização e urbanização então em processo, mudanças na relação de trabalho e na mão de obra acabou por ameaçar a cultura e os valores da classe média americana, protestante, branca, habitante da cidade pequena. Como consequência, fez-se necessário e urgente consolidar e promover um projeto nacional comum, assim com restaurar a homogeneidade em desaparecimento e ensinar as crianças dos imigrantes as crenças e os comportamentos dignos de serem adotados ( Moreira, 2008)
Refletindo sobre esse estudo, hoje não podemos mais criar currículos padronizados e controladores. Na escola a formação de alunos críticos e questionadores da realidade podem resultar de projetos e currículos mais participativo. O uso das tecnologias como uma ferramenta a mais na elaboração das atividades  do aluno,  vai com o tempo  se tornando  uma prática nas escolas. Mas é preciso que o professor seja sensível  às mudanças.

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